Category Archives: Desporto

Fórmula 1 – Época de 2018

E tudo termina no deserto! Será?

E tudo termina no deserto! Será?

O Vicariato Apostólico da Arábia Meridional (em Inglês: Apostolic Vicariate of Southern Arabia) está localizado nos Emirados Árabes Unidos. A sua jurisdição abrange ainda Omã, Iémen e Somália.

O Vicariato é liderado pelo bispo suíço D. Paul Hinder. Foi criado em 1888 como Vicariato Apostólico de Áden, tendo esta designação sido alterada para o nome actual em 2011. Funcionou em Áden (Iémen) até 1973, ano em que foi transferido para a catedral de São José, em Abu Dhabi. Desde 1916 que é governado pela Ordem dos Frades Menores Capuchinhos de Florença.

Fórmula 1 – Época de 2018

Depois do cinco vem... o sete

Depois do cinco vem… o sete

A envangelização do Brasil começou com a chegada dos navegadores portugueses a 26 de Abril de 1500. Os marinheiros, pouco depois de porem pé em terra firme, celebraram a primeira missa no novo território. Alguns homens e mulheres locais assistiram à Eucaristia. A devoção foi aceite pelos índios, que participaram na celebração, imitando os gestos dos marinheiros.

Os primeiros missionários chegaram ao Brasil em 1549, sendo membros da recém-fundada Companhia de Jesus, por Santo Inácio de Loyola. Os padres José de Anchieta, Manuel da Nóbrega e Azpilcueta Navarro, com o apoio de António Rodrigues, que falava as línguas locais, e Pero Correia, um homem abastado, colocaram mãos-à-obra na hora de evangelizar a nova posse do Rei de Portugal.

Fórmula 1 – Época de 2018

Hamilton: rei no Faroeste?

Hamilton: rei no Faroeste?

O Catolicismo nos Estados Unidos desenvolveu-se em paralelo com a própria história da União. Deixou de ter pouca expressão como religião ainda no período colonial, mas mais tarde viria a tornar-se a maior denominação cristã nos Estados Unidos. Em 2003, a Igreja Católica contava com 76,9 milhões de fiéis, sendo o terceiro país com maior predominância de católicos no mundo, a seguir ao Brasil e ao México. Percentualmente, os católicos da União são pouco mais de 21 por cento da população do País. A Igreja Católica ultrapassou recentemente a “Convenção Baptista do Sul”, que se encontrava no primeiro lugar em número de fiéis.

Fórmula 1 – Época de 2018

Ferrari: haraquiri em Suzuka?

Ferrari: haraquiri em Suzuka?

A cristianização do Império do Sol Nascente nunca foi fácil. Os jesuítas desembarcaram no Japão em 1540, tendo entre eles Francisco Xavier. Em pouco tempo as conversões floresciam e a comunidade cristã chegou a ter mais de cem mil fiéis, e acima de trinta lugares de culto. A oposição começou pouco depois.

Para fazer a vontade a vários daimios que se insurgiam contra a actividade dos cristãos, o imperador Ogimachi decretou uma lei a banir os missionários. A iniciativa não surtiu o feito esperado e os missionários continuaram as suas tarefas sem grandes problemas.

Fórmula 1 – Época de 2018

Luta na terra dos czares e ortodoxos

Luta na terra dos czares e ortodoxos

Na Rússia a religião cristã é – sem dúvida – a mais representada no País. Este conta com uma população aproximada de 144,5 milhões de habitantes, estando a população cristã estimada entre cerca de 76 por cento (valor adiantado pelo censos realizado em 2012 pela agência Levada Center) e 65 por cento (valor anunciado pela estatal Public Opinion Foundation, em 2013).

Entre os cristãos, deverão existir entre 600 mil e 1,5 milhões de católicos – valores superiores aos censos oficiais, que indicam haver apenas 140 mil fiéis à Igreja de Roma.

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Regresso à ilha dos novos cristãos

Regresso à ilha dos novos cristãos

As igrejas de São José e de Saint Joseph, em Singapura, ambas edificadas no mesmo local, estão profundamente ligadas à vida e obra do padre Francisco da Silva Pinto e Maia, oriundo da cidade do Porto e líder de uma Missão portuguesa que chegou a Goa (Índia) em 1826.

O padre Francisco da Silva rapidamente expandiu a sua zona de acção e fundou uma Missão em Singapura. Com a morte do clérigo português em 1850, o seu dinheiro e as doações das outras Missões (como da China, por exemplo) serviram para erigir a primeira igreja de São José. Os donativos foram canalizados para Singapura por intermédio do Seminário de São José em Macau.

Fórmula 1 – Época de 2018

Expectativas goradas, mudança de pilotos e uma compra

Expectativas goradas, mudança de pilotos e uma compra

A temporada de 2018 da Fórmula 1 arrancou, à semelhança dos últimos dez anos, com o Grande Prémio da Austrália, primeira prova de um calendário superlotado, composto por 21 corridas (Austrália, Bahrain, China, Azerbaijão, Espanha, Mónaco, Canadá, França, Áustria, Inglaterra, Alemanha, Hungria, Bélgica, Itália, Singapura, Rússia, Japão, Estados Unidos da América, México, Brasil e Abu Dhabi). O aumento do número de Grande Prémios deixou algumas equipas pouco satisfeitas e com problemas financeiros.

A Ferrari, com uma apresentação super elaborada e altamente mediática dos seus novos carros, enviou à concorrência directa (Mercedes e Red Bull) uma forte mensagem: “Estamos aqui para vencer!”.

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Vinte pilotos e no final... Hamilton

Vinte pilotos e no final… Hamilton

O maior assunto do momento não passa pelas pistas, mas tem tudo a ver com os carros que nelas evoluem. Morreu Sergio Marchionne. Muitos perguntarão: “Quem?”. Ora, Sergio Marchionne era o presidente e CEO da Ferrari e de mais uma ou duas subsidiárias do Grupo Fiat Chrysler Autmobiles. Era também o mentor da equipa de Fórmula 1 da Ferrari, esta sob o comando directo de Maurizio Arrivabene.

O falecido presidente da equipa formada por Enzo Ferrari em 1948 estava muitíssimo envolvido com tudo o que se passava ou poderia vir a passar em relação ao novo contrato da Fórmula 1, que será implementado em 2021.

Fórmula 1 – Época de 2018

Vettel venceu em Inglaterra. Irá Hamilton vencer na Alemanha?

Vettel venceu em Inglaterra. Irá Hamilton vencer na Alemanha?

Começamos com um pequeno apontamento sobre o que aconteceu no Grande Prémio do Reino Unido. Na primeira volta, escassos metros após a largada, Kimi Raikkonen (Ferrari) deu um toque no carro de Lewis Hamilton (Mercedes). Devido a este incidente, Hamilton teve que recomeçar a corrida da última posição. Raikkonen, esse, foi penalizado em apenas dez segundos (!?), e assim conseguiu terminar a prova no terceiro lugar, amealhando preciosos pontos para a Ferrari. O seu companheiro de equipa, Sebastian Vettel, venceu a corrida, afastando-se de Hamilton no duelo que travam para ver qual deles será o próximo pentacampeão do mundo de pilotos.

Fórmula 1 – Época de 2018

Ferrari tenta consolidar liderança na casa de Hamilton

Ferrari tenta consolidar liderança na casa de Hamilton

Três corridas em três fins-de-semana seguidos… Sem dúvida, algo novo, nunca antes visto na Fórmula 1. A novidade foi aceite por quase todos – equipas, pilotos e pessoal de apoio. Poucas foram as vozes descontentes com esta inovação, mas no fundo nem tudo são rosas e sorrisos. Transportar o Grande Circo pelas estradas da Europa é uma tarefa gigantesca. Da Riviera Francesa (Paul Ricard) para as montanhas da Áustria (Red Bull Ring) e agora para Inglaterra (Silverstone), sem qualquer intervalo, não é simples. O Grande Prémio da Áustria, disputado no passado fim de semana, no circuito da Red Bull – considerado um dos mais belo do mundo, está situado na cidade de Spielberg, na base das montanhas do Estado de Estiria – é uma versão reduzida do antigo “Osterreichring” (literalmente, “Circuito da Áustria”), onde a prova austríaca foi realizada entre 1970 e 1980.

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Paul Ricard, uma corrida “a sério”

Paul Ricard, uma corrida “a sério”

Muitos dos fãs mais novos, e mesmo alguns mais entrados nos anos, perguntar-se-ão onde fica o Circuito de Paul Ricard-Le Castellet, onde se irá disputar o Grande Prémio de França neste fim-de-semana e, pelo menos, nos próximos cinco anos. Este autódromo foi palco do Grande Prémio de França de Fórmula 1 durante catorze anos, cedendo o seu lugar para o Circuito de Magny-Cours em 1991, que organizou a prova francesa até ao seu cancelamento em 2008.

O Circuito de Paul Ricard, situado na comuna de Le Castellet, foi construído em menos de um ano, apenas devido ao interesse de um milionário chamado Paul Ricard, que queria saber qual a sensação de construir e ter um autódromo de corridas de automóveis com o seu nome.

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Seis corridas, três vencedores. Quem ganhará no Canadá?

Seis corridas, três vencedores. Quem ganhará no Canadá?

O Mónaco, com todo o seu fascínio e “glamour”, mostrou uma vez mais o seu anacronismo obsoleto enquanto circuito de Fórmula 1. Na última corrida do Principado muitos dos pilotos reclamaram das condições do “traçado lendário”, que nos ofereceu a pior corrida dos últimos tempos, com muito pilotos, entre eles Lewis Hamilton, a classificar a prova de “dull” (enfadonha, maçadora) e absurda, tendo mesmo afirmado que «não foi realmente uma corrida». E não foram só os pilotos “consagrados” a reclamar. Os aspirantes a “jovens lobos” também criticaram o circuito e as limitações apresentadas para quase todos os modelos de carros que ainda teimam a disputar corridas no Principado, em nome de uma hipotética tradição.

Fórmula 1 – Época de 2018

Mónaco: jackpot da Mercedes ou contra-ataque da Ferrari

Mónaco: jackpot da Mercedes ou contra-ataque da Ferrari

A 76ª edição do Grande Prémio de Fórmula 1 do Mónaco – nascido em 1929 como Grande Prémio Automóvel do Mónaco – será disputada este fim de semana, entre hoje e Domingo, nas ruas estreitas e sinuosas do Principado do Mónaco.

O Grande Prémio de Formula 1 do Mónaco continua a ser um dos maiores polos de atracção de pilotos, esquipas, jornalistas e, mais especialmente, de elementos da “dolce vita” ou do “jet-set” internacional. Dizem as más línguas que pelo menos trinta por cento das pessoas que se vão acotovelar no Principado durante o fim de semana não tem nada a ver com as corridas que se irão disputar.

Fórmula 1 – Época de 2018

Depois da lotaria de Baku, a incerteza da Catalunha

Depois da lotaria de Baku, a incerteza da Catalunha

Este fim-de-semana a Fórmula 1 regressa a Espanha, mais concretamente a Barcelona e ao “Circuit de Catalunya”. Este autódromo tem sido usado para os testes oficiais de pré-temporada há muitos anos e as equipas já conheciam todos os cantos à casa. Sim, “conheciam”. O facto do piso ter sido totalmente refeito, com um asfalto mais polido e suave para os pneus, levou a que as equipas voltassem aos simuladores de testes de pista, para entenderem o que foi alterado. O frio siberiano que se fez sentir também não ajudou em nada na recolha dos dados técnicos.

No que respeita ao campeonato corrido até ao momento, ao fim de quatro provas a hierarquia ainda não foi estabelecida.

Fórmula 1 – Época de 2018

Circo Romano ou desporto automóvel?

Circo Romano ou desporto automóvel?

A Fórmula 1, pelo menos nos canais da Fox Sports, emite um desagradável “clip” de publicidade… à Fórmula 1. Se olharmos e ouvirmos com atenção, reparamos que não se consegue descortinar um único momento de desporto automóvel. Vê-se apenas uma quantidade de acidentes, incidentes, choques e aparentes explosões, acompanhadas por uma voz em “off”, excitadíssima, literalmente aos berros, que diz: “Chaotic, Crazy, What a Race!” (caótica, louca, que corrida!). É isto que querem que a Fórmula 1 seja? Caótica, louca, cheia de acidentes? Voltámos aos tempos da antiga Roma, em que quanto mais sangue fosse derramado maior a excitação!?