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Padre Heinz Kuluecke, Superior-Geral dos Missionários do Verbo Divino

PADRE HEINZ KULUECKE

«O mundo é chinês. Na China e fora dela».

O superior-geral dos Missionários do Verbo Divino esteve na semana passada em Macau, tendo feito uma visita de cortesia ao bispo D. Stephen Lee. O CLARIM aproveitou a oportunidade para falar com o padre Heinz Kuluecke sobre a missão no mundo e a importância que a China tem para a congregação que dirige. «O mundo é chinês. Não só na China, como também fora dela», disse.

Tratamento Inovador não é comparticipado pelos Serviços de Saúde

A Maria precisa da nossa ajuda

A Maria precisa da nossa ajuda.

A pequena Maria Inês Trigueiros da Cunha, com sete anos de idade, está a ser tratada a uma forma agressiva de cancro no Hospital Queen Mary, em Hong Kong, e precisa da boa-vontade de pessoas e entidades – privadas e governamentais – para continuar a ter esperança em ultrapassar esta delicada fase da sua ainda curta vida.

«Em meados de Janeiro de 2016 foi diagnosticado à minha filha um cancro do tipo meduloblastoma, ou seja, um tumor primário que ocorre com maior frequência em crianças.

Do precipício ao sucesso no Desporto e nos Negócios

Dan Kruger

Dan Kruger, o motociclista que venceu as adversidades.

«Em última instância, o desporto salvou-me a vida porque manteve-me ocupado, focado e com objectivos. O desporto estendeu-se ao meu sucesso nos negócios», afirmou na passada terça-feira o motociclista Dan Kruger, durante a apresentação intitulada “Superar Contrariedades”, incluída na conferência “Educação Inclusa, Desportos e Comunicação Social”.

«Todos nós temos contrariedades na vida. É uma questão de reagrupamento, de sermos positivos e perceber que não estamos sós. Basicamente, temos de ter um pouco de paciência, mas ao mesmo tempo é preciso continuar a lutar para ir em frente», disse Dan Kruger a’O CLARIM.

Centro Católico: Consulta Pública reúne 121 opiniões

Projecto segue para o Conselho do Planeamento Urbanístico

Projecto segue para o Conselho do Planeamento Urbanístico.

A consulta pública sobre o projecto da planta de condições urbanísticas do Centro Católico da diocese de Macau terminou no passado dia 10 de Abril, tendo a Direcção dos Serviços de Solos, Obras Públicas e Transportes (DSSOPT) recebido um total de 121 formulários de opinião desde 27 de Março, data do início da consulta.

«Concluída a recolha de opiniões e sugestões, a DSSOPT irá proceder à ordenação e compilação das mesmas e enviá-las em conjunto com o projecto e as demais informações ao Conselho do Planeamento Urbanístico para audição», disse a’O CLARIM Chang Iok Ieng, porta-voz da DSSOPT.

Tema entrou definitivamente na agenda

As Notícias Falsas

As Notícias Falsas.

“Fake news” ou notícias falsas publicadas como autênticas, consiste numa construção de conteúdo intencionalmente enganoso, falso e atraente, escritas e publicadas com a intenção de enganar, muitas vezes com manchetes sensacionalistas, exageradas ou mesmo falsas para chamar a atenção e aumentar o número de leitores com o fim de obter ganhos financeiros, políticos ou outros.

O Papa Francisco preocupado com os perigos de ódio e conflitos provocados pelas notícias falsas, escolheu como tema “fake news e jornalismo de paz”, para a sua mensagem do Dia Mundial das Comunicações Sociais, que será celebrado a 13 de Maio de 2018, alertando para os riscos da difusão desta desinformação.

Capa 20-04-18

Capa 20-04-18

Universidade de São José: Dia Aberto registou 700 visitantes

UNIVERSIDADE DE SÃO JOSÉ: DIA ABERTO REGISTOU 700 VISITANTES

O primeiro na Ilha Verde

A Universidade de São José (USJ) realizou, no passado sábado, o seu primeiro “Dia Aberto” no novo campus da Ilha Verde, tendo registado cerca de 700 visitantes.

“Embora parte das instalações da Universidade destruídas pelo tufão Hato, em Agosto do ano passado, ainda estejam para ser recuperadas, tal não afectou o funcionamento dos diferentes programas da USJ”, refere a nota de Imprensa enviada a’O CLARIM.

Opinião

Ponhamos os olhos no Benfica de Macau

Ponhamos os olhos no Benfica de Macau

Há alguns anos perguntei a um deputado, também membro do Conselho do Desporto, por que razão não se investia forte na formação de atletas locais e no desporto em geral.

A resposta que obtive foi bastante elucidativa, referindo ele, em traços gerais, que o desporto local não gerava lucros avultados para os homens de negócios, sendo por essa razão que despertava pouco interesse o investimento na profissionalização, por exemplo, do futebol.

O plágio do livro de Deana Barroqueiro

A noiva de Fernão Mendes Pinto

A noiva de Fernão Mendes Pinto

Respigo esta semana, e a respeito do plágio que João Botelho fez da obra de Deana Barroqueiro “O Corsário dos Sete Mares” no seu mais recente filme “Peregrinação”, um resto de conversa que ficou por transcrever após uma entrevista feita a essa escritora de romances históricos aquando da sua participação no festival literário Rota das Letras, já lá vão alguns anos. Curiosamente, a temática desse resto de conversa diz respeito a um dos episódios que Botelho incluiu no seu filme como se fizesse parte do enredo da obra de Fernão Mendes Pinto, quando, na verdade, é uma ficção de Deana Barroqueiro, se bem que inspirada na tradição oral da região de Tanegashima.

Macau pode aprender com a cidade Espanhola

Sevilha a pedalar é um exemplo

Sevilha a pedalar é um exemplo

O problema do trânsito em Macau é algo que se arrasta desde há muitos anos e que continua sem solução à vista. A construção da Ponte Sai Van, projectada para aliviar de alguma forma essa pressão, não surtiu o efeito desejado, uma vez que a zona do COTAI cresceu desmesuradamente e as estruturas viárias no Porto Interior em nada foram actualizadas.

Desde há muito que o crescimento do território não é acompanhado de medidas que solucionem o problema do trânsito.

Filosofia, uma dentada de cada vez (60)

Precisamos de falar sobre o bem e o mal?

Precisamos de falar sobre o bem e o mal?

Ainda há pouco tempo falámos sobre liberdade (ver FILOSOFIA, UMA DENTADA DE CADA VEZ, nos 47 e 48), o poder baseado na razão e na vontade, agir ou não agir, fazer isto ou aquilo, e assim deliberadamente efectuarmos acções da nossa própria responsabilidade. Pelo livre arbítrio moldamos a nossa própria vida (Catecismo da Igreja Católica, 1731). A liberdade faz-nos donos das nossas acções, torna-nos responsáveis por elas. O conceito de responsabilidade leva-nos à discussão sobre a ética (derivado do Grego “ethos” – “costume”, “uso”) e moralidade (do Latim “mos” – “costumes e usos”, “hábitos”) das nossas acções.

O Nosso Tempo

A maçã mordida da Apple

A maçã mordida da Apple

A Apple tem um símbolo universal que nos envia imediatamente aos desafios primordiais do Génesis, os do saber “divino”, não permitido, escondido, “ilícito”: a maçã mordida de Adão e Eva. E é a propósito do saber que escrevo esta crónica.

O mundo viu surgir, desde há menos de quatro décadas, uma nova galeria de personagens, construtores de um tempo diferente, num espaço (urbano, pois tudo passou a ser urbano) diferente.

Síria. E agora?

Síria. E agora?

Síria. E agora?

Quando vivíamos no tempo do “equilíbrio pelo terror” as disputas entre os Estados Unidos e a União Soviética levantavam menos receios do que aquelas que hoje confrontam os Estados Unidos com a Rússia. Naquela altura ambos detinham o maior poder nuclear bélico e temiam-se. Hoje, com esses mesmos actores a rivalizarem-se militarmente em muitas zonas de guerra; com vários outros países a exibirem as mesmas armas de destruição; com muitas dessas armas a proliferarem em mãos escondidas do conhecimento público; com uma Organização das Nações Unidas destituída dos seus poderes originais, face às coligações ad-hoc que se fazem e desfazem para determinados objectivos militares, a situação da paz mundial está muito mais perigosa.

Família e Fé

Amar é um verbo

Amar é um verbo

«Estou muito preocupado com o meu casamento. A minha mulher e eu já não sentimos nada um pelo outro. Acho que já não nos amamos. Os sentimentos – antigamente tão maravilhosos – desapareceram misteriosamente. Não sei explicar como chegámos a esta situação. O que sei é que não podemos continuar assim».

Este tipo de argumentação é, infelizmente, lugar-comum nos dias de hoje.

Cismas, Reformas e Divisões na Igreja – LXII

Tempo de mudanças

Tempo de mudanças

E tudo o século XVIII mudou! As Luzes e a Revolução tudo mudaram. Nunca mais nada seria igual. A Igreja foi das instituições que mais mudou. Para sempre, dir-se-ia. As convulsões foram muitas ao longo de Setecentos. As cisões, as revoluções, as rupturas e as crises ameaçaram a estabilidade e reformas iniciadas em Trento (1545-63). O triunfo da Igreja no Barroco foi posto em causa pelo Iluminismo, pela Razão, pela Revolução. Mas se a glória e o fausto se mitigaram, a instituição, apesar dos abalos e crises, manteve-se e procurou adaptar-se aos novos tempos do Século das Luzes.

O Homem, na sua condição e existência, procurou, desde sempre, saber quem é e como explicar-se a si próprio, a sua origem, a da sua vida, o seu destino, o cosmos…