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Igreja e Governo unidos pela paz
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Moçambique

Igreja e Governo unidos pela paz

A celebração da Páscoa em Moçambique está a ser marcada pelos apelos da Igreja Católica e do Governo a favor da paz.

Segundo avançou a Rádio Vaticano, o arcebispo de Maputo aproveitou a Semana Santa para «reiterar a necessidade dos moçambicanos tudo fazerem para restaurar a paz no País», salientando que ela «é um dom de Deus e deve ser preservada».

«Neste momento de tensão político-militar, não importa saber quem é ou não o culpado, mas sim restaurar a paz através de um diálogo sincero e honesto», apontou D. Francisco Chimoio.

Presente nas celebrações dos últimos dias, o chefe de Estado de Moçambique, Filipe Nyusi, uniu a sua voz aos apelos da hierarquia católica daquele país lusófono.

Para o responsável político, a Páscoa deve ser um momento propício para a «reflexão» e também para «o perdão, a reconciliação e solidariedade».

Moçambique vive actualmente um novo foco de tensão político-militar, marcado por confrontos armados entre as forças governamentais e homens armados da Renamo, o maior partido da oposição.

 

Bélgica

Lideres de várias religiões participaram em Bruxelas, na Bélgica, numa vigília ecuménica e inter-religiosa em homenagem às vítimas dos recentes atentados terroristas naquele país.

A Rádio Vaticano noticiou a adesão “maciça” da população belga a esta iniciativa, que decorreu na catedral de São Miguel e Santa Gúdula, em Bruxelas.

Presentes no evento estiveram não só responsáveis de várias Igrejas e comunidades religiosas, mas também “pessoas que estiveram directamente envolvidas” no socorro às vítimas dos ataques à capital belga, como “membros das equipas de resgate, polícias e funcionários do aeroporto de Bruxelas”.

Na base desta vigília esteve um convite assinado pelo bispo de Malines-Bruxelas, D. Jozef De Kesel; pelo metropolita da Bélgica, D. Atenágoras, em representação do Patriarca Ecuménico, Bartolomeu I; e pelo presidente do Conselho Sinodal da Igreja Evangélica do Reino da Bélgica, Steven H. Leak, entre outros líderes religiosos.

«Numa declaração conjunta, eles convidaram não apenas os seus fiéis mas todos os homens e mulheres de boa vontade a reunirem-se em oração, em memória das vítimas do ataque de 22 de Março e dos seus familiares», realçou uma fonte.

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