Feliz és tu se acreditares

Feliz és tu se acreditares

O Natal é o acontecimento mais sublime da história da humanidade, é a hora da simplicidade e do nosso renascimento espiritual.

Um édito dum imperador pagão, César Augusto, impõe um recenseamento universal, e este aparente acontecimento político conduziu Maria e José a Belém, de Judá.

A Providência Divina serve-se do mais simples, do corrente, do normal na vida das pessoas, para actuar e as conduzir ao Seu plano salvífico.

O Senhor dos Céus e da terra, sem berço onde ser colocado, nasceu no meio da maior solidão, numa noite fria e sem luz, num aparente e desolado abandono vindo habitar entre nós.

Mistério de Amor, omnipotência dum Deus feito criança reduzido à extrema impotência. A pobreza do Filho de Deus é tão absoluta que se torna numa grandiosidade divina, pois num mundo de trevas irrompe o Salvador da humanidade.

Ano após ano, século após século, milénio após milénio, junto dos corações simples dos homens de boa vontade, a “Estrela” da esperança volta a brilhar nos Céus para nos guiar pelo deserto árido das vidas, das sortes, dos tempos dum mundo às escuras.

Tal como há dois mil anos Menino Deus, só Tu nos podes saciar, só Tu deste a vida por nós, só Tu nos elevas aos Céus, só tu nos conduzes à Eternidade.

Luz do Mundo, Caminho de Santidade, meu Menino Jesus acolhe-nos no teu Berço de Amor, sob o olhar vigilante de S. José e a envolvedora contemplação da Senhora de Belém-Maria.

Feliz é Ela porque acreditou, felizes somos nós porque o seu “SIM” permitiu a que se cumprissem os desígnios de salvação que o Senhor de todos os tempos preparou para nós.

 Susana Mexia 

Professora

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