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Príncipe de Gales realça os cristãos perseguidos
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Mensagem de Páscoa do Herdeiro do Trono Britânico

Príncipe de Gales realça os cristãos perseguidos

A situação dos cristãos perseguidos no mundo foi o tema central da mensagem de Páscoa deste ano do Príncipe de Gales, divulgada pela Fundação Ajuda à Igreja que Sofre.

De acordo com a organização católica dependente da Santa Sé, o príncipe Carlos, herdeiro da Coroa Britânica, salientou na sua habitual mensagem para o tempo pascal todos quantos hoje são obrigados a “fugir por causa da sua fé” e para “salvarem as suas vidas”, sobretudo no Médio Oriente.

Aquele responsável declarou ainda que o seu “coração está próximo de todos os que hoje, quaisquer que sejam as suas crenças, estão a ser perseguidos por motivos religiosos”.

Pessoas que no meio das atrocidades a que estão sujeitas são “exemplos de coragem verdadeiramente notável” e que ao mesmo tempo se destacam pela “capacidade de perdão, apesar de tudo o que passaram”.

O príncipe Carlos teve ocasião de se encontrar ao longo dos anos com vários cristãos que passaram por situações de repressão e de violência.

Mais recentemente esteve também com vários responsáveis cristãos do Médio Oriente, como o arcebispo caldeu de Erbil, D. Bashar Warda, e o arcebispo melquita de Zahle e Furzol, D. John Darwish. Iniciativas que foram promovidas através do apoio da Fundação Ajuda à Igreja que Sofre.

Para o filho da rainha Isabel II, é imperioso assegurar que todos quantos estão a ser hoje perseguidos pela sua fé “não serão esquecidos” pela comunidade internacional.

 

CHINA

Um bispo chinês nomeado pelo Vaticano, sem o reconhecimento de Pequim, foi detido na sua diocese, informou a ASIANEWS, agência católica especializada em notícias da Ásia.

D. Guo Xijin, da diocese chinesa de Mindong (Sudeste), foi preso juntamente com o chanceler diocesano, assinala a agência, ligada ao Instituto Pontifício para as Missões Estrangeiras.

O responsável católico foi convocado na segunda-feira pelo Departamento de Assuntos Religiosos chinês, desconhecendo-se o seu paradeiro actual.

Segundo fontes consultadas pela ASIANEWS, o desaparecimento do bispo de Mindong deve-se à recusa de celebrar os ritos da Semana Santa com Vincent Zhan Silu, um bispo nomeado pela China sem autorização da Santa Sé.

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