“LEKTOU”

Firma de Advogados “Lektou” avança com parceria na Ilha da Montanha

Triangulação a pensar nos PLP.

É formalizada hoje na Ilha da Montanha a abertura do escritório de advocacia ZLF, constituído pelas firmas Rato, Ling, Lei & Cortés – Advogados (Lektou, em Chinês), Zhong Yin e Fongs Lawyers, com o objectivo de captar investimento para os Países de Língua Portuguesa.

«A nossa ideia é captar ainda mais investimento da República Popular da China para Macau, usando a Ilha da Montanha como plataforma, à imagem do que é Macau. E depois, captar investimento para os Países de Língua Portuguesa através dessas duas plataformas. Nesse sentido, queremos estabelecer parcerias com escritórios de língua portuguesa. É esse o primeiro alvo», disse a’O CLARIM Pedro Cortés, advogado e sócio da “Lektou”.

«Entre os nossos objectivos comerciais, queremos chegar aos investidores e aos bancos que já têm uma zona na ilha da Montanha», assegurou Cortés, adiantando que pretendem também captar investidores de Macau e de Hong Kong.

«Em 1997 executámos o plano de abrir o escritório a sócios chineses. Fomos o primeiro escritório integrado em Macau», salientou Frederico Rato, sócio-fundador e advogado da “Lektou”, ao sublinhar o processo de integração no período antes da transferência de poderes de Macau, revelando-se novamente o pioneirismo através do consórcio ZLF, constituído por três firmas de outras tantas regiões do Delta do Rio das Pérolas (RPC e duas RAE).

«Queremos integrar o nosso escritório em território chinês e trabalhar no ordenamento jurídico chinês e na jurisdição chinesa», explicou Frederico Rato, sublinhando que «os depoimentos de ambos [os causídicos] reflectem a opinião comum dos sócios do escritório», sendo três chineses e três portugueses.

P.D.O.

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