A Chave de Salomão

José Rodrigues dos Santos lança amanhã novo romance

A Chave de Salomão

O jornalista da RTP José Rodrigues dos Santos vai lançar amanhã na Feira Internacional de Lisboa, no Parque das Nações, o romance intitulado “A Chave de Salomão”.

O livro aborda «a consciência nas suas várias vertentes. O que é a consciência? Como é que organizamos a nossa percepção?

A consciência cria a realidade? Será a consciência a alma? O que acontece quando morremos?», referiu José Rodrigues dos Santos a’O CLARIM, acrescentando que «é em torno destas questões que se desenrola a intriga do livro. A “Chave de Salomão” é uma referência a um manuscrito de magia supostamente escrito pelo rei Salomão e que é pertinente para a análise da relação entre a consciência e a realidade».

O autor teve como fonte de inspiração «a ciência, as descobertas espantosas no domínio da psiquiatria e da física». De igual forma, questionou: «Sabia que a física demonstrou que o real é criado pela consciência? E que os médicos dão grande crédito aos relatos de experiências de quase morte feitos por muitos pacientes que sofreram paragens cardíacas?». No seu entender, «é um tema apaixonante».

Enquanto não está à venda em Macau, a obra com a chancela da Gradiva pode ser adquirida pelas sítios electrónicos da Bertrand, da FNAC e da própria editora.

José Rodrigues dos Santos viveu parte da adolescência em Macau, onde participou na elaboração de um jornal escolar e foi entrevistado por Judite de Sousa, esta acabada de chegar ao território, tendo o jovem estudante iniciado funções na Rádio Macau aos 17 anos.

Depois de frequentar o curso de Comunicação Social na Universidade Nova de Lisboa, estagiou na BBC. Regressou a Portugal, onde recebeu duas distinções e foi convidado para trabalhar em Londres na BBC World Service. Ingressou depois na RTP, onde viria a ser colega de Judite de Sousa. Foi também colaborador permanente da CNN entre 1993 e 2002.

O autor já lançou doze novelas, entre as quais, “A Fórmula de Deus”, “Um Milionário em Lisboa”, “O Codex 632”, “O Último Segredo” e “O Homem de Constantinopla”.

P.D.O.

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