Diocese de Macau reza por Desarmamento e Paz Mundial

24 HORAS DE ADORAÇÃO AO SANTÍSSIMO NA IGREJA DA SÉ CATEDRAL ENTRE HOJE E AMANHÃ

Diocese de Macau reza por Desarmamento e Paz Mundial

A diocese de Macau acolheu o pedido de oração pela paz no mundo, repetido pelo Papa Leão XIV nos últimos dias. Com o objectivo de materializar o desejado manifestado pelo Santo Padre, a paróquia da Sé vai hoje, sexta-feira, dia 13 de Março, realizar um momento especial de oração na igreja da Sé Catedral.

À semelhança do que já ocorreu em outros anos, principalmente em ocasiões relevantes a nível local, regional e internacional, a Diocese organiza, entre as 7 horas e 30 (da manhã de hoje) e as 8 horas e 45 (da manhã deste sábado, 14 de Março), a iniciativa “24 Horas para o Senhor – Rezemos pelo Desarmamento e pela Paz”.

Segundo as comentaristas das Missas Dominicais da paróquia da Sé Catedral, celebradas no passado dia 8 de Março, o momento especial de oração irá centrar-se na Adoração ao Santíssimo. O ostensório com a hóstia sagrada irá estar exposto na capela de Cristo Rei, localizada no interior da Se Catedral, mais propriamente, à esquerda da nave central da igreja.

PAPA QUER IGREJA ABERTA A TODOS

O Papa sublinhou, na quarta-feira, a necessidade de abertura e unidade das comunidades católicas, tendo apresentado a Igreja como sinal de esperança num mundo em guerra.

«Unificada em Cristo, Senhor e Salvador de todos os homens e mulheres, a Igreja nunca pode fechar-se em si mesma, mas está aberta a todos e é para todos», disse, durante a Audiência Pública Semanal.

Leão XIV explicou que a comunidade católica transcende critérios étnicos ou culturais para se basear na comunhão espiritual. «O seu princípio unificador não é uma língua, uma cultura, uma etnia, mas a fé em Cristo», sustentou.

O Pontífice reiterou a vocação universal da instituição, apontando a necessidade de acolher as riquezas das diferentes realidades humanas. «Significa que na Igreja há e deve haver lugar para todos, e que cada cristão é chamado a anunciar o Evangelho e a dar testemunho em todos os ambientes em que vive e trabalha», indicou.

Leão XIV contrastou a convivência de diferentes nacionalidades no espaço eclesial com as tensões do mundo contemporâneo: «É um grande sinal de esperança, especialmente nos nossos dias, marcados por tantos conflitos e guerras, saber que a Igreja é um povo no qual convivem, pela força da fé, mulheres e homens de diferentes nacionalidades, línguas ou culturas».

No final da Catequese dedicada à constituição dogmática Lumen gentium, do Concílio Vaticano II, o Santo Padre saudou também os peregrinos de língua portuguesa. «Quando regressardes aos vossos países, guardai esta experiência de unidade e, movidos pela Caridade de Cristo, sede sempre homens e mulheres que buscam a comunhão e a paz», exortou.

O encontro semanal incluiu uma saudação aos Irmãos de São João de Deus e a bênção da “Tocha Beneditina”, apresentada por uma delegação de autarcas italianos. Leão XIV manifestou o desejo de que este símbolo inspire «os governantes e os cidadãos a construir uma sociedade baseada nos valores da solidariedade e da concórdia».

J.M.E. com ECCLESIA

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