TIAGO MONTEIRO A’O CLARIM |
«Quero lutar pelo título do WTCC em 2010» |
O português Tiago Monteiro participa no Circuito da Guia para disputar a derradeira etapa do WTCC, com o objectivo de levar a SEAT Sport ao título de construtores e de pilotos. Em entrevista a’O CLARIM, o piloto oficial da marca espanhola espera lutar pelo título individual, em 2010. Descarta um retorno imediato à Fórmula 1 e pretende que os pilotos da sua equipa na GP2 Series – Ocean Racing Technonoly – «lutem pelos títulos». Quanto ao Grande Prémio de Macau é peremptório: «É das corridas mais incríveis no mundo». |
CL – Que balanço faz da sua temporada no WTCC? CL – Ao longo da sua carreira desportiva, competiu em muitas pistas um pouco por todo o mundo. Que opinião tem sobre o Circuito da Guia? Concorda com o apelido que lhe conferem, como sendo o Mónaco do Oriente? CL – Na prova de Macau vai contar com a oposição do piloto macaense André Couto. Que impressão tem dele? CL – Tiago Monteiro participou durante duas épocas na Fórmula 1, com as equipas Jordan (2005), Midland e Skype (2006). Que tipo de sensação tem sempre que relembra os tempos em que disputou o campeonato mais mediático do planeta? CL – A 19 de Junho de 2005 alcançou o primeiro pódio português na Fórmula 1. Ficou em 3º lugar no Grande Prémio dos Estados Unidos, onde só correram seis carros. Foi uma prova atípica... CL – No seu primeiro ano no Grande Circo foi considerado o «rookie» do ano. Terminou ainda todas as 18 provas da temporada. A regularidade e um bólide competitivo foram importantes para uma boa época? CL – As coisas não correram bem no segundo ano. O que falhou? CL – Qual foi o ponto mais alto da sua carreira automobilística? CL – E o momento mais frustrante? CL – Depois da Fórmula 1 decidiu participar no mundial de WTCC ao volante da Seat Sport. Espera um dia tornar-se campeão do mundo no WTCC? CL – Ainda sonha com um regresso à Fórmula 1? CL – No início de 2009 fundou com José Guedes a Ocean Racing Technology. A equipa compete na GP2 Series, ou seja, na antecâmara da Fórmula 1. O objectivo passa por dar condições a algum piloto português, para que ele consiga encontrar um cockpit no Grande Circo? CL – Espera no futuro ter uma equipa própria na Fórmula 1, à imagem do que sucede com o recente caso de Adrian Campos, ex-piloto da Minardi, que estreará a Campos–Meta no próximo ano? CL – Quais são os seus planos para o futuro?
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PEDRO DANIEL OLIVEIRA |
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