Associação Patriótica terá perdido peso institucional

Igreja, una, santa, católica Reconhecido pela Santa Sé e pelo Colégio dos Bispos da China, o bispo de Fenyang nega a existência de duas Igrejas no País – uma oficial e outra Ler Mais

Revolução… pela positiva

Xi Jinping parece estar a conseguir hoje o que Deng Xiaoping não conseguiu nos anos 80 do século passado: retirar peso institucional à Associação Patriótica dos Católicos Chineses. De facto, a abertura Ler Mais

José Moças, editor e produtor

«Macau mudou a minha vida» Nasceu em Estremoz, no Alentejo, mas ainda jovem partiu para Portimão onde fez a Primária e completou o Curso Geral dos Liceus. Lisboa seria a próxima etapa, Ler Mais

Escola Portuguesa de Macau vence no futebol

Desporto Escolar é essencial O coordenador das actividades extra-curriculares da Escola Portuguesa de Macau (EPM), professor Nuno Marques, disse a’O CLARIM que o Desporto Escolar é essencial para a formação de pessoas Ler Mais

“Viva Pataca” com reforma mais condigna

Terapia para crianças O cavalo de Stanley Ho que ganhou mais de 83 milhões de dólares de Hong Kong em prémios está agora confinado a um estábulo no Jockey Club de Macau. Ler Mais

 

Associação Patriótica terá perdido peso institucional

Igreja, una, santa, católica

Igreja, una, santa, católica

Reconhecido pela Santa Sé e pelo Colégio dos Bispos da China, o bispo de Fenyang nega a existência de duas Igrejas no País – uma oficial e outra clandestina. Em entrevista ao site Vatican Insider, D. Johannes Huo Cheng minimiza o peso da Associação Patriótica dos Católicos Chineses, dando como exemplo o trabalho pastoral desenvolvido pela sua diocese. O prelado da Província de Shanxi revela satisfação pela aproximação do Vaticano à República Popular da China, criticando aqueles que insistem em desrespeitar as instruções vindas de Roma.

O bispo de Fenyang, D. Johannes Huo Cheng, defende que a Igreja Católica na República Popular da China é una, rejeitando a tese de que existem duas Igrejas no País.

Revolução… pela positiva

Revolução... pela positiva

Xi Jinping parece estar a conseguir hoje o que Deng Xiaoping não conseguiu nos anos 80 do século passado: retirar peso institucional à Associação Patriótica dos Católicos Chineses.

De facto, a abertura económica e social levada a cabo por Deng Xiaoping também poderia ter sido religiosa, não tivesse esta sido travada pela Associação Patriótica que, sendo mais papista que o Papa, até o Sumo Pontífice deixou de reconhecer, rompendo o laço de comunhão entre a Igreja Católica na China e a Santa Sé. Consequentemente, foram-se agravando as relações entre a República Popular da China e o Vaticano.

José Moças, editor e produtor

JOSÉ MOÇAS

«Macau mudou a minha vida»

Nasceu em Estremoz, no Alentejo, mas ainda jovem partiu para Portimão onde fez a Primária e completou o Curso Geral dos Liceus. Lisboa seria a próxima etapa, iniciando aí a sua ligação à música; primeiro, no Coro da Juventude Musical Portuguesa; depois, no grupo Almanaque, do qual foi fundador. Começou a trabalhar como funcionário no Conselho Superior Judiciário (hoje Conselho Superior da Magistratura), sendo convidado, em 1986, para a secretaria do Ministério Público em Macau, onde desempenhou funções durante quatro anos.

Escola Portuguesa de Macau vence no futebol

Desporto Escolar EPM

Desporto Escolar é essencial

O coordenador das actividades extra-curriculares da Escola Portuguesa de Macau (EPM), professor Nuno Marques, disse a’O CLARIM que o Desporto Escolar é essencial para a formação de pessoas para a sociedade, além de ser uma importante ferramenta para a detecção de atletas com aptidões para competirem ao nível de clubes.

«É essencial para a formação dos miúdos, e respectiva inserção social. A competição [inter-escolas], além de saudável, faz com que os alunos pertençam ao grupo e representem a escola, sendo esta uma forma de incutir-lhes valores sociais. Os mais aptos podem depois prosseguir a sua actividade desportiva nos clubes», referiu Nuno Marques, após a EPM sagrar-se campeã no futebol (categoria B) e na bolinha (categoria D), em masculinos, nos campeonatos escolares do ano lectivo 2014-2015.

“Viva Pataca” com reforma mais condigna

“Viva Pataca”

Terapia para crianças

O cavalo de Stanley Ho que ganhou mais de 83 milhões de dólares de Hong Kong em prémios está agora confinado a um estábulo no Jockey Club de Macau. Ada Lo, responsável pela “Special Olympics Macau”, aponta uma saída mais condigna para o “Viva Pataca”: a terapia para crianças com necessidades especiais.

A presidente do Conselho Executivo da “Special Olympics Macau”, Ada Lo, disse a’O CLARIM que o cavalo “Viva Pataca” pode ter uma reforma mais condigna se for aproveitado para a terapia de crianças com necessidades especiais.

«Os animais e as crianças são sempre dois elementos que apontam para o divertimento.

Preservação do Legado Cultural Português

Andrew Pereira e Shannon D’Cruz

Macau melhor que Goa

O jornalista do diário The Times of India, Andrew Pereira, e o especialista em informática, Shannon D’Cruz, dois indianos com raízes em Goa, concordam que a herança patrimonial portuguesa está melhor preservada em Macau do que naquela cidade indiana. Todavia, consideram que a hospitalidade da população e os condutores de autocarros em nada favorecem o turismo local.

«No meu entender, a China percebeu a importância de Macau como ponte para os Países de Língua Portuguesa. Segundo a minha percepção como visitante, os monumentos estão bem preservados e as ruas asseadas. Pelo que vi, o Governo de Macau tem feito melhor trabalho do que o de Goa», salientou Andrew Pereira, no rescaldo de uma visita de dois dias à RAEM.

Olhando em Redor

Fardos (bem) pesados

Fardos (bem) pesados

Está a ser cada vez mais frequente o desabamento parcial de fachadas de edifícios classificados como património cultural. Na semana passada causou alguma apreensão a queda de parte de uma parede de tijolos, numa fachada de um edifício localizado na Travessa de São Domingos. O incidente terá acontecido por volta das 9 horas e 30, ficando o local vedado ao público até ao dia seguinte.

Há dias foram encontrados destroços em frente à fachada de um edifício situado na Rua da Barra, com a queda destes materiais a dever-se à chuva e ao vento que ultimamente têm assolado o território. O local foi vedado por precaução, tendo o Instituto Cultural garantido que o edifício não corria risco de ruir.

Amigos a bordo

Rota dos 500 Anos-Amigos a bordo

Como antecipei na última crónica, esta semana foi bastante tensa. No dia anterior à chegada dos nossos amigos de Portugal, quando testámos o motor à noite voltámos a ter problemas de aquecimento, com falta de água no sistema de refrigeração. Isto deu-se na sexta-feira, sendo que ao sábado, normalmente, ninguém trabalha em Martinica. Por sorte, o mecânico que nos tem assistido foi a excepção à regra. E no sábado de manhã, bem cedo, estava no barco para ver o que se passava. Duas horas depois estava o mal diagnosticado e a solução encontrada, tendo ele vindo já precavido com algum material para resolver o problema. Esperamos que agora se aguente e nada mais haja a remendar no que diz respeito à refrigeração do velhinho motor, porque não há qualquer problema em termos de mecânica.

Costa da Memória

As armas portuguesas de Ceuta

As armas portuguesas de Ceuta

Ceuta surpreende até o mais prevenido dos visitantes. A mim surpreendeu-me o facto de o brasão da Ciudad Autónoma ser ainda o escudo com as armas de Portugal. Com uma única diferença: o sétimo dos castelos em redor das cinco chagas de Cristo surge na parte inferior do escudo e não na parte superior, como consta no estandarte nacional.

«– Representam as sete colinas da cidade. Sebta, Ceuta em Romano, é sinónimo de sete», esclareceu a menina de Murcia atrás do balcão do posto de turismo onde fui buscar um mapa da cidade.

Fórmula 1 – Época de 2015

Mónaco: no Reino da Fantasia

Mónaco: no Reino da Fantasia

A Fórmula 1 regressa este fim-de-semana ao único circuito onde nunca deveria ter corrido. E isto falando não apenas da Fórmula 1, mas ainda do tempo dos famosos carros de Grand Prix que, se comparados aos carros de hoje, eram poderosos monstros com motores gigantescos, compridos, largos e sem muita possibilidade de pôr no chão todo o poder que esses motores lhes concediam. Os carros, por incrível que possa parecer, tinham velocidades de ponta iguais, ou superiores, aos Fórmula 1 actuais. Apenas eram mais lentos, por volta, devido a vários factores combinados. Usavam pneus inadequados, estreitos, desenhados para acabarem as corridas, sem troca de borracha – leia-se, com pouca aderência.

Paz e Bem!

Paz e Bem!

Aos nossos “irmãos” deste grande continente asiático e a todos quantos aqui nasceram, aqui vivem e/ou por aqui passam, vindos de outros países, principalmente de Portugal

É a saudação que S. Francisco usava sempre que passava por um irmão e que nos ajuda a viver melhor o espírito de Francisco de Assis, na nossa Congregação de Franciscanas Missionárias de Nossa Senhora.

No Domingo passado, dia da Ascensão, houve uma catequese diferente na igreja de Nossa Senhora do Carmo, na Taipa: os catequisandos que se preparam para receber os Sacramentos da Confirmação/Crisma e da Eucaristia e os que vão fazer a sua profissão de fé, associando ainda todas as outras crianças, professaram a sua fé de modo vivo e activo. Conseguiram envolver-se todos e os seus pais, num dinamismo e postura dignos de cristãos.

Participando na Senhoria de Deus

A Terra é para todos

A Terra é para todos

Quando Deus criou Adão e Eva concedeu-lhes três dons naturais. Primeiro, Ele criou-os à Sua imagem e semelhança, dando-lhes uma alma imortal, equipada com o poder do Saber e do Amor. Segundo, Ele concedeu-lhes uma parte no poder – fê-los senhores e mestres da criação material (Génesis 1:26). Finalmente, Ele concedeu-lhes uma quota no seu trabalho de criação, fazendo-os Homem e Mulher (Génesis 1:27-28). Hoje falaremos sobre o segundo dom natural.

«Façamos o ser humano à nossa imagem, à nossa semelhança, para que domine sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu, sobre os animais domésticos e sobre todos os répteis que rastejam pela terra (Génesis 1:26)».

O Tempo de Deus e o Tempo dos Homens

O Tempo

O Tempo

«Para tudo há um momento e um tempo para cada coisa que se deseja debaixo do céu», revela-nos o livro do Eclesiastes 3,1, no Antigo Testamento. O tempo, esse mistério, essa necessidade imperativa, esse desejo, esse problema, esse sonho… o tempo, tão simples que é, mas afinal algo que nos guia e não nos larga. Será uma magnitude física, com a qual medimos a duração ou separação, organização de acontecimentos, que por isso mudam ou até podem perenizar-se, num sistema de observação e medida. Com o tempo podemos ordenar acontecimentos, factos, sucessos, em sequências, em conjuntos ou escalas, definindo assim um passado e um futuro, ou aquilo que não pertence a nenhum destes, o presente, feito de eventos em simultâneo, em sincronia, mas que acabam por criar a diacronia, a sequência, infinita…

Combate à corrupção

Coragem para denunciar a corrupção

Papa pede coragem

Francisco discursou perante bispos italianos e apelou à partilha de recursos entre dioceses e conferências episcopais.

O Papa disse no Vaticano aos bispos italianos que é preciso ter coragem para denunciar a corrupção, pedindo «sensibilidade eclesial» aos prelados, particularmente com as vítimas da crise.

«A sensibilidade eclesial implica ainda não ser tímidos ou irrelevantes quando se trata de repudiar e derrotar uma mentalidade de corrupção pública e privada que chegou a empobrecer, sem qualquer vergonha, famílias, reformados, trabalhadores honestos, comunidades cristãs, descartando os jovens», declarou, ao inaugurar os trabalhos da 68ª assembleia geral da Conferência Episcopal Italiana (CEI), na passada segunda-feira.

Campeões no estádio (gladiadores na rua)

Campeões no estádio (gladiadores na rua)

A grande festa do futebol foi antecipada e o Benfica sagrou-se campeão pela segunda vez consecutiva.

No Estádio do Guimarães a festa das claques benfiquistas era permanente no “apoio” à sua equipa, lançando-lhes petardos vermelhos, como fogo de artifício a celebrar a alegria de ouvir o apito final. E, no final, foi a apoteose. O Benfica não ganhou, mas era campeão! A euforia dos adeptos transformou-os em invencíveis campeões, lutadores enérgicos contra as cadeiras do estádio e demais equipamentos do Afonso Henriques, cuja inspiração, na sua bravura histórica, acabou eventualmente por motivá-los na apreensão de mercadorias alheias, como se tratasse do espólio devido aos vitoriosos combatentes pelo título.